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Há os que devoram as palavras. As lêem em grandes bocados, famintos. Têm medo de não se fartarem por perderem alguma. Exageram e, tenho certeza, não aproveitam todo o sabor que o remetente tentou lhes dar.

Gosto de quem lê devagar, curtindo, sonhando junto, como quando escrevi.

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2018

Tanta coisa aqui que eu comecei e não consigo terminar. Acho que já tem um mês ou quase isso que não termino de escrever nada para postar aqui. Nem consigo terminar a lição de casa que me deram (na verdade, não sei se não consegui ou se a porcaria que fiz era a esperada mesmo),

Acabo de remover o WhatsApp do telefone para não receber mais votos automáticos de ano novo das pessoas que não suporto, mandei três (pelo Facebook) para pessoas que não posso deixar que pensem que as esqueci, tomei quase uma garrafa de moscatel do Vêneto (pra quem gosta, deve ser bom), briguei com a mulher e desci para fumar um Cohiba e tentar postar algo. Nisso chegou 2018. Agora estou aqui no quinta, a ponta do Espigão, fumando (aliás, este charuto me deu uma saudade de meu avô) enquanto lá pela minha terra estouram estas porcarias de fogos.

É, parece que 2017 foi melhor que os anteriores.