Cinema

A Floresta Que Se Move

2015 - A Floresta Que Se MoveEste foi o filme nacional que eu me arrisquei a assistir. E foi o último por um bom tempo. Nacional de novo, só em casa, com a opção de mudar de canal a qualquer momento.

Eu fiz hora no Outback, escrevendo pro blog e bebendo um Long Island e uma Merguerita (uma Rita, marcaram na minha comanda).

Peguei me já tradicional café e, na entrada da sala, quase peguei a fila errada. Fui o último a entrar. Lá dentro, entendi porque todos já tinham entrado. Os atores do filme eram todos da Globo, figurinhas carimbadas de novela. O pessoal se amontoava lá dentro para tirar selfies. Ainda bem que demorei a entrar, senão, ficaria muito irritado a esperar a dispersão dos paparazzi de Facebook.

Discurso de produtor, de diretor, de ator. blá-blá-blá.

O filme começa com uma imagem nada a ver e uma música ainda menos a ver. Depois, aquela coisa de produção da Globo.

Nem a atriz que eu achei que salvaria o filme como colírio valeu a pena olhar. E olha que ela estava lá, sentada umas quatro cadeiras à minha direita. Nem isso. O melhor foi o café.

E é baseado em MacBeth. Shakespeare é muito democrático mesmo.

A procissão de formigas foi impagável. Acho que tiveram boas idéias, só não souberam fazer.

A Floresta Que Se Move (2015) – trailer

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