Cinema

Stardust Memories

Stardust Memories (1980) - Poster

You can’t control life. It doesn’t wind up perfectly. Only-only art you can control. Art and masturbation. Two areas in which I am an absolute expert.


Overdose de Woody Allen. Este deve ter sido o oitavo filme do box. Vem depois de Manhattan e Interiors. Como estou assistindo e postando por ordem cronológica, deve dar para acompanhar pelos posts do blog.

Este aqui é meio auto-análise. Depois de Interiors que, sejamos honestos, foi chatinho, o cara parece ter pensado sobre a vida, a carreira e o que ele sabe e gosta de fazer e tentou estruturar suas considerações neste filme aqui.

Eu confesso que não foi nada que me impressionasse. Embora, dentre as coisas que não me impressionaram ultimamente, esta foi boa. Me ajudou a entender melhor esse cara e perceber que gosto dele muito mais do que pensava. A entrevista dele que li hoje à tarde contribuiu.

Ainda assim, não prendeu minha atenção, não me fez chorar nem me deixou com aquele ar de bobo de quando me emociono. Exceto pela passagem em que ele pensa que vai morrer e pensa no que é importante na vida. Não cheguei a me emocionar, mas, confesso de novo, a reação da Charlotte Rampling olhando para a câmera como quem fica sem graça e tenta lidar com isso mexeu com algo em mim. Inveja da câmera ou do protagonista talvez.

Este é o primeiro filme sem a Diane Keaton. Dei graças a Deus pois já estava com medo de me apaixonar por ela. Mas não contava com essa cena. Acho que tenho tendência a me apaixonar fácil…

Stardust Memories (1980) - Still
Stardust Memories (1980) – Still

“Just a little while back, just before I died in fact. I was on the operating table and I was searching to try to find something to hang onto, you know, cause when you’re dying your life really does become very authentic and I was reaching for something to give my life meaning and a memory flashed through my mind: It was one of those great spring days, it was Sunday, and you knew summer would be coming soon. And I remember that morning Dorrie and I had gone for a walk in the park and come back to the apartment. We were just sort of sitting around and I put on a record of Louie Armstrong which was music I grew up with and it was very, very pretty, and I happened to glance over and I saw Dorrie sitting there. And I remember thinking to myself how terrific she was and how much I loved her. And I don’t know, I guess it was a combination of everything, the sound of the music, and the breeze, and how beautiful Dorrie looked to me and for one brief moment everything just seemed to come together perfectly and I felt happy, almost indestructible in a way. It’s funny, that simple little moment of contact moved me in a very, very profound way.”

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