Cinema

Love, Rosie

Is everything OK? Because if it’s not, I have a right to know. Your’re supposed to confide in me because I’m your best friend and… it’s law. And if things are OK then contact me anyway, I’m your friend and I need gossip. It’s section two of the same law.

“Let love in.”

Faltou luz no shopping e a única coisa que continuou funcionando era o cinema. O filme foi escolhido ao acaso. Era o primeiro a começar. Pra falar a verdade, eu já tinha lido sobre ele e estava esperando uma oportunidade adequada. Mas quem sabe o que é uma oportunidade adequada…?

É uma história que parece bobinha, mas que dá muito certo pelas situações escolhidas e por como elas são interpretadas. É sobre um casal de amigos que se dá muito bem e se gosta, mas que tem medo ou dificuldade em tentar alguma aproximação a mais. E acaba se desencontrando.

Well that’s the problem with paradise — nothing attracts a serpent quite like it.

Foi baseado num livro “Where the Rainbows End” de uma tal Cecelia Ahern, que eu já comprei e logo vou devorar. No filme, a história se passa em alguns anos. No livro, parece que leva quase a vida toda (mais de quarenta anos!).

As situações que aparecem são muito bem escolhidas, algumas eu até tive impressão de serem o tipo de coisa sobre a qual eu costumo escrever. São situações comuns, mas o importante é o detalhe que se percebe do que cada um dos dois sente.

You can run and run as fast and as far as you like but the truth is, wherever you run, there you are.

Eu fiquei impressionado! Ando meio bobão com esse tipo de filme, talvez sempre tenha sido. Mas esse, sei lá, tem coisas que disparam processos emotivos sem a gente, ou qualquer outra pessoa por perto, entender como. Não cheguei a chorar, assisti boa parte do filme com um sorriso babão, mas saí do cinema me sentindo como se tivesse chorado o filme inteiro.

Our life is made up of time; our days are measured in hours, our pay measured by those hours, our knowledge is measured by years. We grab a quick few minutes in our busy day to have a coffee break. We rush back to our desks, we watch the clock, we live by appointments. And yet your time eventually runs out and you wonder in your heart of hearts if those seconds, minutes, hours, days, weeks, months, years, and decades were being spent the best way they possibly could. In other words, if you could change anything, would you?

“Sometimes, the right love comes at the wrong time.”

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