Cinema

The Imitation Game

“When people talk to each other, they never say what they mean. They say something else and you’re expected to just know what they mean.”

Eu assisti este e “Theory of Everything” na mesma noite. Este primeiro. O Alex e a Joan aqui são uma pequena história de amor platônico dentro do filme que me interessou bem mais do que a porcaria do jogo de guerra de criar a máquina. Mas essa história ficou meio eclipsada na minha cabeça pela do outro filme.

O filme é bom,  não para tanto quanto falaram dele, mas é bom. Ainda assim, tem momentos que me ficaram na cabeça. Principalmente as conversas entre o Alan e a Joan, o modo como se dão bem. O que culmina com a observação dela depois de ele lhe falar que é homossexual.

“So what? I had my suspicions. I always did. But we’re not like other people. We love each other in our own way, and we can have the life together that we want. You won’t be the perfect husband? I can promise you I harboured no intention of being the perfect wife. I’ll not be fixing your lamb all day, while you come home from the office, will I? I’ll work. You’ll work. And we’ll have each other’s company. We’ll have each other’s minds. Sounds like a better marriage than most. Because I care for you. And you care for me. And we understand one another more than anyone else ever has.”

O final não é feliz, mas é uma biografia. Biografias não costumam ser felizes…

“Was I God? No. Because God didn’t win the war. We did.” kkkk Minha cara!

 

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