Cinema

Serendipity

You know the Greeks didn’t write obituaries. They only asked one question after a man died: “Did he have passion?”.

Eu ainda não entendi porque gostei tanto deste filme. Deve ser uma fase minha. Estou na fase de gostar de coisinhas melosas. Os potes de doces que trouxe de viagem nas férias me vêm à cabeça. Em dois meses, comi um vidro grande de geleia de goiaba e outro de quindim mole. E ainda tenho doce de abóbora guardado no armário.

Esse filme tem aquele lance das coincidências que conspiram, primeiro contra, depois a favor.

Acho que já postei bastante sobre conversas sobre destino e coincidências… São uma coisa na qual nunca acreditei, mas que sempre me impressionaram.

— This is the ultimate blend to drink. How’d you find this place?
— I first came in because of the name: Serendipity. It’s one of my favorite words.
— It is? Why?
— It’s such a nice sounding word for what it means: a fortunate accident.

Tenho problemas com o modo exaustivo como coincidências são explorados no teatro clássico (o que seria das histórias de Shakespeare sem o recurso das coincidências? e das novelas da Globo então?) Mas este filme não é uma história besta, ao menos não me pareceu, salva pelas coincidências. É sobre como algumas coincidências conspiraram para uma história. Algo assim. Não sei explicar.

Estava organizando os posts deste blog aqui, padronizando, escolhendo um tema que ficasse prático para consultar, e vi a foto do cartaz do filme, recortada, como se fosse foto de um porta-retrato. Engraçado que eu quase chorei só de bater o olho na foto. Será que a garota do filme diria que isso não é uma coincidência, que é maquinação do destino?

Engraçado de novo que voltei aqui já mais de seis meses depois. Estava melhorando a aparência do blog, escolhendo um leiaute melhor. Precisei trocar algumas fotos. Nem todos os posts tinham fotos do tamanho certo para este tema.

Quando cheguei neste aqui, um dos primeiros pois gostei do filme e o coloquei como stick no topo da primeira página, logo de cara fiquei emocionado com a foto do cartaz. De novo. E é engraçado mesmo porque a foto não me parece ser de alguma cena do filme.

Olhando bem, e me parece que é a primeira vez que olho bem, ela tem chuva ou neve caindo, mas um relógio se forma em cima, à esquerda. A chuva, deve ser chuva mesmo, não molha os cabelos, nem escorre pelo casaco de couro dela.

Eu li o que tinha escrito e nã gostei. Não sei se escrevi com pressa, ou se não prestei muita atenção. Não corresponde ao quanto gostei do filme. Sei que é boninho, mas gostei.

Eu não vou mudar agora o que já escrevi. Talvez daqui a algum tempo mude. Hoje, vou só deixar estas linhas a mais. Um dia destes vou escrever algo mais legal sobre este filme.

Maybe the absence of signs is a sign.

Maybe…

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