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rascunho (apeteceu-me)

O poeta não merece assim tanto crédito pelas coisas bonitas que diz. Merece-o por dizer o que vê assim como vê. Se inventasse as coisas bonitas apenas para dizê-las, para impressionar, para agradar, não passaria de um mentiroso… como tantos outros. Se as vê bonitas, e abençoado seja por isso, seu escrito é também bonito e agrada pela beleza. Mas, se o que percebe é feio, o que podemos lhe pedir além da sinceridade de contar esse feio? Ou de se calar? Que se cale e leia uma poesia bonita. Talvez para isso sirvam…

3 comentários em “rascunho (apeteceu-me)”

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