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Correria

Noite. Fim de um dia puxado. Acordei muito cedo. Correria, muita correria. Não deu pra fazer home de manhã, precisava de algumas coisas do meu note. Ele está no trabalho. Está com defeito, por isso o deixo lá. Não adianta trazer. Mas adiantaria para pegar o que eu precisava. Mais correria pro trabalho. Quatro horas pra ajeitar as coisas do notebook, disponibilizar na rede. Perdi o almoço. Puxei o carro. Passei no posto de gasolina. É o único lugar por aqui para se tomar café. Não posso café (valha-me Deus). Tem bolo. Uma fatia de bolo pra quebrar o jejum e uma lata de chá gelado. Correria, correria, correria. Nove e meia da noite. Ufa! Pronto.

Agora não quero ir pra casa. A rua é mais legal. Esta tarde para jantar fora, mas ainda dá para tomar um chá (café não pode, olha o que anos de vício em cafeína a cada meia hora fazem com alguém). O pão-de-queijo daqui é uma delícia. Não pode, engorda. E chegando em casa preciso fazer esteira pra agüentar a aula na academia na próxima semana. Queimar o bolo e a banha da barriga. Isso é secundário. O importante é acostumar os músculos, o coração e o pulmão. Até que eu achei que estivesse mais podre.

Sentado com o chá. Escrever algo. Escrever sobe esta correria, acabei escrevendo correndo. Não precisava. Mal dei dois goles no chá. Só precisava agora acalmar o ritmo e pensar em algo pra me esquentar à noite.

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